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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Dream Theater: "não falamos com Portnoy desde sua saída"

Petter Pettersson do CriticalMass.se, conduziu uma entrevista recente com o vocalista do DREAM THEATER, James LaBrie. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

CriticalMass.se: Então, James... vocês lançaram recentemente um novo álbum que foi bem aclamado, "A Dramatic Turn Of Events". Você está feliz com isso?

James: Eu estou em êxtase! Sério, eu acho que é provavelmente um dos álbuns mais fortes que já gravamos, as músicas mais inteligentes que já escrevemos. Isso nos faz ter uma visão mais profunda para dentro de nós mesmos, a fim de retirar o melhor que podemos fazer. As pessoas estão mais atentas e talvez este álbum tenha mais espaço para críticas do os outros álbuns. Então cabe a nós provarmos que ainda somos a mesma banda, e nós queríamos escrever um dos melhores álbuns e eu acho que nós conseguimos. Estamos todos muito satisfeitos com o resultado.

CriticalMass.se: Acho que você não aguenta mais falar sobre o ex-baterista do Dream Theater, Mike Portnoy...

James: Quer saber? O fato é que as pessoas querem saber quais são os nossos pensamentos, o que sentimos a respeito disso. Não me incomoda se você o coloca na perspectiva correta. Isso não é um incômodo, é apenas a realidade.

CriticalMass.se: Você já falou com ele desde que ele saiu do Dream Theater?

James: Não. Não, eu não falei com ele ainda. Na verdade estávamos bem ocupados, nos preparando. Honestamente estávamos organizando as coisas para o lançamento, que foi extremamente demorado, e depois fomos promovê-lo e além de prepararmos a turnê, então não tivemos tempo mesmo. Nenhum de nós falamos com Mike. Isso não quer dizer que eu nunca mais vou falar com ele novamente, mas agora, do jeito que as coisas estão indo, simplesmente não dá certo. E ele está muito ocupado fazendo as coisas dele.

CriticalMass.se: Você olha para Mike Mangini como um membro efetivo da banda?

James: Com certeza! Ele ja era considerado um membro definitivo quando ele foi convidado a entrar na banda. Ele está muito envolvido. Ele é muito apaixonado pelo que faz, e ele está ansioso por essa turnê, em divulgação ao novo álbum, mas ele também está muito feliz e animado para começar os trabalhos para o próximo álbum, ele está mostrando ao mundo que Mike Mangini é um poço profundo de um talento inexplorado.

CriticalMass.se: Você vai manter seu foco nas coisas novas na turnê, agora com Mangini e tudo isso acontecendo?

James: Você vai ouvir de tudo, essa é a maneira que queremos apresentar o show, obviamente temos que consultar o nosso repertório e tocar o material mais antigo, assim como o mais recente. E nós criamos um bom equilíbrio entre o velho e o novo. E o show de luzes e vídeos mostram que vamos fazer algo fenomenal. Onde quer que tocamos, os fãs foram adoraram, um visual totalmente novo que implementamos. A configuração do palco e tudo, é muito legal! Uma grande noite, tanto visualmente quanto sonoramente.

Leia a entrevista completa no CriticalMass.se:
http://www.criticalmass.se/index.php?option=com_content&view=article&id=2314...

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dream Theater: nos EUA, rádio e TV ajudam a divulgar

O Pollstar  entrevistou recentemente o guitarrista John Petrucci do DREAM THEATER. Seguem alguns trechos da conversa.

Pollstar: O novo álbum parece ter feito sucesso com os fãs. Vocês se preocuparam com o que aconteceria com o novo material?

Petrucci: Sabe, quando em turnê, fizemos alguns shows em locais abertos no verão e tocamos uma das músicas, que se chama "On The Backs of Angels", e saiu muito bem. E nós acabamos de terminar uma turnê na América do Norte e a reação às novas músicas foi tão boa que na verdade acrescentamos mais uma ou duas (ao set), porque tivemos uma reação de pessoas que realmente estavam gostando das novas músicas e às vezes chateadas por não as estarmos tocando. Já temos tanta experiência que, mesmo quando estamos compondo e gravando e durante a mixagem, você vai tendo premonições de como as coisas serão ao vivo. Mesmo a música com que abrimos nosso set chamada "Bridges in the Sky", assim que a compusemos, pensamos que seria tipo, "Essa é que vai abrir o show" – já sabíamos. Adiantando para alguns meses depois e lá está e deu perfeitamente certo. Então eu certamente espero que as pessoas curtam as novas músicas e, com base nas reações que tivemos aqui nos E.U.A e Canadá e México, eu tenho uma sensação boa quanto a isso. Estou ansioso pela turnê. A Europa é sempre ótima porque é tão diferente. As diferentes regiões a que vamos, as pessoas tem uma reação diferente, e você sabe que você está experimentando bem rapidamente todas essas culturas diferentes enquanto toca nesses ambientes diferentes. É bem incrível.

Pollstar: Vocês são enormes no exterior, talvez maiores internacionalmente do que nos E.U.A. Vocês apontam alguma razão para isso?

Petrucci: Essa é uma pergunta muito boa. Eu não tenho certeza absoluta do porquê. Pode ser uma coisa cultural. Quando fazemos turnê na América, os shows são ótimos, e os fãs são tão apaixonados e entusiasmados como em qualquer outro lugar no mundo, mas em outras partes do mundo, em partes da América do Sul e em partes da Europa e da Ásia, o tamanho dos locais e a quantidade de gente que temos nos shows é consideravelmente maior. Diferenças de tocar para 20.000 ao invés de 5.000 ou 6.000. Sim, há uma diferença significante. Em alguns casos é algo que construímos. Como no Reino Unido, por exemplo. A primeira vez que tocamos em Londres tocamos em um bar. Chegamos ao ponto onde podemos agora lotar a Wembley Arena. Então, algumas vezes é questão de trabalhar duro e voltar e construir. E em alguns países em que você está indo pela primeira vez, há uma quantidade incrível de pessoas porque possivelmente elas estavam ansiosas por aquilo. Ao longo de nossa carreira, se formos a um país pela primeira vez, como há alguns anos indo a Moscou na Rússia pela primeira vez, ou aonde quer que seja, então ter uma carreira desenvolvida dando suporte, então esses shows iniciais são muito grandes. Construímos desde o início. Eu me lembro as primeiras vezes que fomos à Europa, e tocamos em bares e lugares menores. Na Europa eles têm oportunidades em festivais de que podemos usufruiur, o que não fazemos nos E.U.A. Então talvez estejamos alcançado muito mais pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar em nós. Então isso talvez possa ser uma razão também.

A outra coisa nos E.U.A é que – somos muito gratos por ter uma grande base de fãs não importa o que for – talvez o rádio e a TV e coisas assim meio que têm um grande papel na propagação de uma banda, seu nível de reconhecimento. Enquanto em outros países, na América do Sul e Brasil e outros lugares, talvez seja simplesmente que muitas pessoas realmente amam o metal e o hard rock e realmente queiram ir a shows e não se importam se está na TV ou no rádio, talvez isso não tenha tanta importância. Há uma coisa dentro da cultura onde as pessoas gostam de metal e rock progressivo, metal progressivo, onde haja essa coisa grande e que talvez não seja tanto assim nos E.U.A.

Pollstar: Como as coisas estão indo com o novo baterista Mike Mangini?

Petrucci: Estreamos com ele ao vivo em um festival ao ar livre em Roma … em Julho. E a reação a ele foi incrível. Eu tenho muito respeito por nossos fãs e ouvintes de nossa música porque eles foram muito, muito amáveis na forma como aceitaram o Mike e não podíamos prever uma reação mais positiva. Temos um monte de datas com ele e ele está ótimo. Ele é um grande músico e é ótimo tocar com ele. Nossos fãs o receberam de braços abertos, então isso torna tudo ainda melhor.

Pollstar: Após a saída do baterista de longa data Mike Portnoy, vocês decidiram filmar as audições para o novo baterista e postá-las no YouTube para revelar a selação. Como foi isso?

Petrucci: Acho que foi algo que ajudou muito, porque quando o Mike saiu da banda, houve muita especulação, muitas pessoas ficaram preocupadas com nosso futuro, ou preocupadas com quem fossemos escolher. Levamos um tempo desse a saída do Mike até o momento em que fizemos o anúncio. A razão foi porque queríamos trazer todos nosso fãs ao processo. Ter todas as audições gravadas e divulgá-las na web na série de três episódios – onde na última delas você descobre quem era o baterista – definitivamente gerou uma conscientização. Também fez com que todos se sentissem incluídos – ver exatamente o que passamos e como tomamos nossa decisão. Acho que realmente uniu as pessoas. Acho que foi algo muito positivo e estou muito feliz por termos feito isso. Foi um ano e um álbum bem sucedidos desde então, então acho que as coisas começaram da forma certa, da forma como tínhamos de fazer as coisas.

Leia a entrevista na íntegra (em inglês) no Pollstar
http://www.pollstar.com/blogs/news/archive/2012/01/20/794536.aspx

domingo, 22 de janeiro de 2012

Dream Theater: mãe de Jordan Rudess morre aos 86 anos

O tecladista Jordan Rudess, da banda de metal progressivo DREAM THEATER lançou a seguinte declaração:

"É com grande tristeza que eu compartilho a notícia de que minha mãe, Rita Rudess, faleceu aos 86 anos de idade. Ela dedicou grande parte da sua vida a cuidar do meu espírito musical. Me levou até a escola Juilliard onde sempre me incentivava e apreciava o meu talento. Sua partida não foi uma surpresa pois ela estava muito doente havia algum tempo. Vou sentir muita falta dela".

A turnê européia do Dream Theater está programada para começar nesta segunda-feira, 23 de janeiro, no Salão do Gelo em Helsinki, Finlândia.

Uma mensagem em video de Jordan Rudess nos ensaios para a turnê na Finlândia - gravado em 21 janeiro de 2012, antes do anúncio do falecimento de sua mãe - pode ser visto abaixo.

Rudess, é tecladista do Dream Theater desde a gravação de do "Metropolis Pt 2:. Scenes From A Memory" de 1999. Ele já gravou seis álbuns de estúdio com o grupo: "Six Degrees Of Inner Turbulence" de 2002, "Train Of Thought" de 2003, "Octavarium" de 2005, "Systematic Chaos" de 2007, "Black Clouds & Silver Linings" de 2009 e "A Dramatic Turn Of Events" de 2011. Além disso, ele apareceu nos álbuns ao vivo "Live Scenes From New York", "Live At Budokan", "Score" e "Chaos In Motion.

O Dream Theater está entre os nomeados para a 54ª edição do Grammy Awards, que será realizada no domingo, 12 de fevereiro no Staples Center em Los Angeles.

 
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